Em direto/ Marcelo quer “consequências políticas” da questão de Odemira – Observador

Resposta à providência cautelar: “As autoridades concluíram pela inexistência de outros complexos hoteleiros ou alternativas [ao Zmar]”

O Governo diz que só avançou para a requisição civil do espaço porque a sociedade gestora do Zmar Eco Experience “manifestou oposição a qualquer acordo que titulasse a ocupação parcial das suas estruturas para os referidos efeitos”, valendo-se assim da declaração da situação de calamidade para impor a sua decisão.

Para o primeiro-ministro, António Costa, e o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, que assinam a resolução, o Zmar permitira organizar uma “operação de grande envergadura logística com o mínimo de constrangimentos operacionais e transtorno para os trabalhadores a realojar”, quer pela quantidade de alojamentos disponíveis no espaço, quer pela proximidade ao local de trabalho.

“Acresce que, na ponderação à data realizada sobre eventuais alternativas, as autoridades concluíram pela inexistência de outros complexos hoteleiros, ou outras alternativas habitacionais que, nas freguesias em questão, pudessem acomodar a necessidade urgente de alojamento daqueles trabalhadores dentro do perímetro definido para a cerca sanitária, evitando-se assim deslocações de trabalhadores para fora desse território”, lê-se na resposta à providência cautelar.

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