Nokia assina acordo para criar Centro de Serviços Partilhados em Portugal – Exame Informática

A Nokia anunciou a criação de um Centro de Serviços Partilhados que significa a contratação de 300 profissionais de várias áreas em Portugal. Além deste Centro, o acordo com o governo português prevê outras medidas para a transição digital nas áreas do 5G, cibersegurança e computação na cloud. O Centro vai funcionar a partir das instalações da Nokia na Amadora e vai contribuir para a estratégia da empresa em maximizar o seu desempenho operacional global, bem como melhorar a qualidade das interações com os seus clientes através da digitalização, automatização e harmonização de processos.

A Nokia prevê contratar profissionais com diversos perfis e níveis de experiência, sobretudo associados a finanças, gestão de pagamentos e encomendas, com competências em Master Data e Análise de Dados.

O acordo celebrado hoje coloca a Nokia como empesa de referência para o Plano de Ação para a Transição Digital, com a empresa a assegurar a participação em diversas iniciativas de promoção de competências digitais em estabelecimentos de ensino e no seio do tecido empresarial português. O foco do memorando de entendimento recai sobre tecnologia 5G, cibersegurança e computação na cloud, explica o comunicado de imprensa.

O Ministro do Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, salienta que “num momento de incerteza para a economia global, a criação deste novo centro de competências em Portugal é, além de uma prova de confiança, um relevante investimento para a sociedade portuguesa e para o desenvolvimento do país”. Já Chris Johnson, vice-presidente de Negócio Empresarial da Nokia, realça que “temos o prazer de ser considerados um parceiro tecnológico nas áreas de 5G, cibersegurança, cloud e conectividade pelo governo português e apoiar Portugal na sua jornada de digitalização”. Sérgio Catalão, diretor geral da Nokia Portugal, afirma que “iremos colaborar para acelerar a digitalização da nossa sociedade, da economia e do Estado português nos próximos anos, bem como criar emprego qualificado”.

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